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Bastidores da Trama 29.01.2014

Dedicação: a alma para qualquer negócio

O post de hoje foi incitado pelo nobre amigo e diretor executivo do Cietec (cliente da Trama), Sergio Risola. Ele nos mandou, ainda pela manhã, uma curta, porém excelente, reportagem da Folha de São Paulo, redigida por Alexandre Orricode, quando da cobertura do Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia da América Latina, com sede em Sampa.

De cara, o personagem central da matéria, o roqueiro Bruce Dickinson, vocalista da banda britânica Iron Maiden, logo nos chamou a atenção. Bruce, que também é empresário, deu uma palestra no evento e foi categórico ao afirmar: “Você pode ensinar qualquer coisa para uma pessoa, mas dedicação, não”. Nós, que temos grande expertise na área de inovação e empreendedorismo, desenvolvendo estratégias de comunicação integrada e RP para organizações como Cietec, Porto Digital, Anprotec, entre outras, sabemos bem o que o rock star quis dizer à plateia.

Para contextualizar: Dickinson investe em uma escola de formação de pilotos, a Real World Aviation, e na Cardiff Aviation, empresa de manutenção de aeronaves. O Iron Maiden também tem uma marca de cerveja, chamada Trooper. Sendo assim, para ele, especializar-se em áreas tão diferentes exige considerável esforço, muito suor aliado a boas doses de inspiração.

“Você precisa aprender rápido o básico do negócio e prover um serviço seu, diferente dos outros”, disse o roqueiro à reportagem da Folha SP.

Para o músico, uma ótima ideia não basta para uma start-up dar certo. “Muitas fecham porque não têm um controle de gastos eficiente e querem crescer antes da hora.”

É preciso também, segundo ele, prestar atenção a nichos e oferecer uma relação ao cliente, não só o produto. “A Apple, por exemplo, é quase uma religião. Ao comprar um telefone dela, você não só adquire um celular; você começa a fazer parte do culto.”

Na era dos celulares inteligentes, Dickinson pregou a simplicidade nos negócios. Ele mostrou no telão o celular que utiliza: um Nokia antigo, sem GPS ou tecnologia de conexão à internet. “Quem tem smartphone na plateia, por favor: olhe quanto você tem de bateria. Eu vou carregar esse telefone daqui a alguns dias apenas. É simples, seguro e eficiente, como devem ser os negócios”, disse, fazendo a analogia. Sábias palavras!

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