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Mídias Sociais 08.05.2017

7 regras para executivos na gestão de redes sociais

Quando iniciei na comunicação corporativa eram outros tempos. Dentro das estratégias de PR traçadas para nossos clientes, era habitual sugerirmos o conhecido media training visando à preparação dos porta-vozes para o relacionamento com jornalistas das mais variadas mídias: impressas, televisivas e/ou radiofônicas.

Os tempos mudaram, a internet veio com um turbilhão de novos conceitos e a gestão de redes sociais passaram a demandar olhares cada vez mais específicos sobre a construção de imagem e reputação perante os stakeholders. Não que o media training tenha sido deixado de lado. Pelo contrário! Mas o foco agora é bem mais abrangente.

Isso, sem dúvida, tem exigido que muitos executivos (presidentes, diretores e C-levels) sejam capazes de se reinventar, estabelecendo uma comunicação clara, transparente, de mão dupla e bastante adequada à comunicação das empresas que lideram. Isso nas mais variadas plataformas. E quando falo em plataformas, entenda-se não apenas o LinkedIn, mas todas as redes sociais em que tais executivos possuem perfis, ainda que de um modo tímido ou muito pessoal (sem viés profissional).

Hoje, vamos conversar um pouco sobre o trabalho de coach para executivos na gestão de redes sociais que temos feito aqui, na Trama. Calcados em uma metodologia própria de construção e alinhamento da narrativa de marca, é cada vez mais comum sermos acessados por tais presidentes, CEOs e diretores de companhias dos mais variados portes, pedindo nossa consultoria e curadoria de conteúdo para seus perfis. O grande desafio que emerge para eles é alinhar o seu tom de voz e imagem pessoais aos pilares da cultura organizacional e objetivos de negócios das marcas que representam.

E esse limiar é muito tênue mesmo. Tão sútil, que precisa ser muito bem delineado, co-construído junto a eles para que se mostre crível aos olhos dos públicos que lhes seguem. E mais: para que produzam leads qualificados em relação a novos contatos, capazes de estabelecer parcerias futuras e rentáveis, além de eventualmente posicioná-los como formadores de opinião nas esferas que atuam.

Em nosso coach, trabalhamos com as “7 regras de ouro” para executivos na gestão de redes sociais. São elas:

1. MOSTRE SUA PERSONALIDADE;

2. DEMONSTRE LIDERANÇA. Produza conteúdo com insights e dicas sobre o mercado e compartilhe histórias da empresa;

3. AGRADEÇA FUNCIONÁRIOS E CLIENTES. Mostre que ambos são apreciados por suas realizações;

4. COMPARTILHE SEUS VALORES. Mostre-se engajado com causas importantes para você e a empresa;

5. NÃO FALE SOBRE TEMAS POLÊMICOS. Evite opinar sobre religiosidade, política ou outros assuntos sensíveis;

6. ATUALIZE SEU PERFIL REGULARMENTE E EVITE COMPARTILHAR SITUAÇÕES PRIVADAS. Produza conteúdo interessante para a sua audiência, sem se expor demasiadamente;

7. SEJA ACESSÍVEL. Não deixe interlocutores “falando sozinhos”, priorize os mais influentes e responda. Isso gera engajamento.

O caminho começa por aí. Mas é longo e requer reciclagem constante. Afinal, os comportamentos nas redes (e as próprias redes, inclusive!) mudam cotidianamente.

O quadro a seguir também pode ajudá-los na construção do chamado “tom de voz da marca” nas redes sociais. Sempre lembrando que, aqui, a persona do executivo carrega consigo o seu CNPJ. Ou seja, não estamos mais apenas falando sobre o fulano de tal, mas sim sobre o fulano de tal da empresa X. E isso faz toda a diferença nesse processo de construção e alinhamento.

É trabalhoso, porém, extremamente gratificante quando os primeiros resultados e interações, oriundas desse coach, começam a surgir. O próprio nível de engajamento dos executivos com a marca tendem a aumentar consideravelmente, potencializando suas ações enquanto “embaixadores” dela. Seja perante os colaboradores da empresa, a imprensa, o governo, entidades de pressão, parceiros comerciais ou quaisquer outros formadores de opinião.

E LEMBRE-SE: nesse processo todo, o mais imprescindível mesmo é ser autêntico. Ou seja, as pessoas devem ser convencidas de que aquilo que o executivo publica é importante para ele e que é ele quem publica. Pense nisso e venha  conversar conosco sobre o tema. Peça-nos uma proposta!

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