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Mulher em Home Office

Cerca de 30% das mulheres podem deixar empregos por conta da sobrecarga do trabalho remoto imposto pela pandemia, diz Kearney

Estudo da consultoria indica que novo modelo leva a dificuldades de evolução profissional e pode resultar em retrocesso na luta pela igualdade de gêneros no ambiente de trabalho.

Mulher em Home Office

S√£o Paulo, 24 de fevereiro de 2021 ‚Äď A Kearney, uma das maiores consultorias globais de gest√£o estrat√©gica do mundo, acaba de divulgar um estudo indicando que 30% das mulheres podem deixar seus empregos devido ao estresse gerado pelo trabalho remoto.

H√° muitos anos, empresas em diferentes ind√ļstrias t√™m dedicado investimentos e esfor√ßos para avan√ßar na pauta da equidade de g√™nero. Avan√ßaram a passos n√£o muito largos, mas essenciais no sentido de estruturar ambientes de trabalho menos desequilibrados em todos os n√≠veis. No entanto, o avan√ßo da Covid-19 e a mudan√ßa para o modelo de home-office pode jogar todo o progresso por √°gua abaixo. Isso √© o que mostra um recente estudo realizado pela consultoria. “Infelizmente, a percep√ß√£o inicial de que o home-office seria o catalisador que as empresas precisavam para adotar modelos flex√≠veis de trabalho n√£o se tornou realidade”, avalia Sandra Strogren, gerente s√™nior de Recursos Humanos da Kearney Brasil. De fato, a an√°lise da empresa indica que as mulheres que mudaram para o chamado WFH (Work From Home) relatam dificuldades para gerenciar a carga de trabalho, acesso reduzido a l√≠deres influentes e a oportunidades de evolu√ß√£o na carreira, al√©m de uma redu√ß√£o na sensa√ß√£o de bem-estar e da sa√ļde mental.

 

Barreiras criadas pelo trabalho remoto

Preocupada com o impacto da WFH na igualdade de gênero no local de trabalho, Kearney conduziu uma pesquisa com mais de 1.000 mulheres em todos os setores, níveis de emprego e locais de trabalho para entender como a mudança na WFH as afeta.

O estudo ouviu 1.000 mulheres entre 25 e 45 anos de idade, com carreiras consolidadas, mas ainda com grande potencial de crescimento. Cerca de 30% delas mudaram para o modelo de home-office desde o início da pandemia de COVID-19. Outras 20% já trabalhavam principalmente de casa e 50% continuaram a trabalhar no escritório ou em outro local de trabalho. Através do estudo, a Kearney tentou entender como barreiras comuns para o avanço na carreira, incluindo acesso a oportunidades, orientação, carga de trabalho, flexibilidade de cronograma e bem-estar pessoal, foram afetadas pela mudança para o trabalho remoto.

As mulheres que passaram a trabalhar de casa por conta da Covid-19 afirmam que todas as barreiras profissionais se tornaram mais severas desde que elas deixaram o escritório, no início de 2020. Na comparação com aquelas que continuaram no escritório, as mulheres trabalhando remotamente relataram que as barreiras estão três vezes mais severas. Em particular, a carga de trabalho, acesso a importantes oportunidades de desenvolvimento, motivação pessoal e bem-estar representam os maiores obstáculos.

O estudo aponta que a incapacidade de manter a motiva√ß√£o pessoal e a sa√ļde mental s√£o, de longe, os principais desafios enfrentados pelas mulheres desde o in√≠cio da pandemia. E √© particularmente exacerbado entre as profissionais que agora trabalham de suas casas. Segundo o levantamento, esse decl√≠nio na sensa√ß√£o de bem-estar √© desencadeado por tr√™s fatores. Em primeiro lugar, pela falta de flexibilidade de hor√°rio ‚Äď entre aquelas que est√£o trabalhando remotamente, 70% relataram n√£o ter tido nenhuma mudan√ßa nesse sentido ou at√© redu√ß√£o na flexibilidade dos cronogramas.

Em segundo lugar aparece a dificuldade de lidar com a carga de trabalho. Apesar de apenas 5% terem afirmado que aumentaram a carga de trabalho em mais de três horas diárias, 42% das mulheres em home-office reportam dificuldades em gerenciar o volume de trabalho.

Finalmente, as mulheres afirmam que o acesso a oportunidades de desenvolvimento e evolu√ß√£o profissional ca√≠ram significativamente desde que passaram a trabalhar de casa. “No escrit√≥rio, os colaboradores t√™m muito mais acesso aos l√≠deres, colegas e √†s intera√ß√Ķes informais que levam a importantes oportunidades”, avalia Sandra. Entre as respostas das entrevistadas, aparecem afirma√ß√Ķes como “o acesso a executivos-chave √© muito menor atualmente” ou “Precisamos melhor comunica√ß√£o e coaching da lideran√ßa”.

 

Como reter as mulheres

Os especialistas da Kearney afirmam que √© importante entender que o home-office n√£o √© sin√īnimo de flexibilidade, especialmente para as mulheres. “As empresas que reconhecerem a diferen√ßa entre as duas coisas e incorporarem pol√≠ticas de trabalho de fato mais flex√≠veis √†s suas opera√ß√Ķes ter√£o vantagem competitiva no sentido de reter os talentos femininos”, avalia Sandra.

 

No curto prazo, a Kearney sugere que as companhias:

  • Busquem meios de ajustar o fluxo de trabalho e ajudar os colaboradores a estabelecerem limites;
  • Considerem pol√≠ticas de RH flex√≠veis, que ofere√ßam al√≠vio no curto prazo, quando necess√°rio;
  • Estimulem os l√≠deres a se conectarem regular e individualmente com seus empregados.

 

No longo prazo, as sugest√Ķes incluem:

  • Tornar o trabalho verdadeiramente flex√≠vel, e n√£o apenas remoto;
  • Endere√ßar temas de flexibilidade tanto em rela√ß√£o ao local de trabalho quanto ao cronograma;
  • Mudar o foco do gerenciamento, avaliando mais os resultados da dedica√ß√£o de seus colaboradores do que controlando as atividades di√°rias.

 

Sobre a Kearney

A Kearney √© uma das maiores consultorias globais de gest√£o estrat√©gica. Com presen√ßa em mais de 40 pa√≠ses, nossas pessoas nos fazem quem somos. Desde 1926, somos consultores de confian√ßa das maiores organiza√ß√Ķes do mundo. A Kearney √© uma empresa detida por s√≥cios e tem o compromisso de ajudar clientes a alcan√ßarem impacto imediato e aumentarem a vantagem relacionada √†s suas quest√Ķes mais cr√≠ticas.

 

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