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Biópolis vai descupinizar prédio símbolo dos 450 anos de São Paulo

Para lidar com os cupins, uma das maiores pragas urbanas do século 21, a empresa desenvolverá pesquisa em áreas públicas de São Paulo. A primeira ação será no prédio do Banespa

Randy mostra a destruição causada pelos cupins Coptotermes havilandi   São Paulo, 28 de janeiro de 2004 – A Biópolis Centro de Controle de Pragas Urbanas, empresa do Hotel de Projetos do Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), foi contratada para fazer a descupinização do complexo central do grupo Santander Banespa, que inclui o Edifício Altino Arantes, no Centro de São Paulo.

Para o sócio da empresa Sertório Abreu, o contrato com o grupo Santander Banespa significa que a Biópolis está cumprindo o seu plano estratégico. O Edifício Altino Arantes é um dos símbolos dos 450 anos de São Paulo. Além de ser um marco na memória arquitetônica, artística e emotiva da cidade, o complexo abriga ainda o Museu Banespa, que possui um importante acervo a ser conservado, com centenas de quadros, fotografias, tapetes e tapeçarias, objetos de arte e mobiliário, dentre outros.

Pesquisa
Paralelamente aos trabalhos voltados para o combate e o controle de cupins, a Biópolis está desenvolvendo, entre outros, o projeto “Combate científico-comunitário a pragas urbanas como contribuição para a educação ambiental”. O biólogo e também sócio da empresa Randy Baldresca afirma que o objetivo do projeto é justamente oferecer à sociedade, aos poderes públicos e aos estudiosos das pragas urbanas, subsídios consistentes para o conhecimento e controle de algumas espécies de cupins (ou térmites).

O projeto proposto pela Biópolis envolve uma extensa pesquisa sobre a ocorrência de cupins em áreas públicas do meio urbano, na cidade de São Paulo. Os dois primeiros locais selecionados são as praças Jonh Lennon (Lapa) e Vinícius de Moraes (Morumbi). As áreas construídas nas proximidades dos locais pesquisados também serão objetos de estudos, como forma de expansão do conhecimento sobre os padrões de distribuição espacial das colônias em ambiente urbano.

Prevenção
Randy Baldresca destaca que a importância do projeto está no estudo de causas, efeitos, prevenção, combate, controle e educação da população sobre os danos causados por cupins. Normalmente, as pessoas só se preocupam com o fato, quando já a infestação chegou a níveis elevados. “Algumas técnicas utilizadas não são baseadas em critérios e métodos desenvolvidos especificamente para esta finalidade. A situação é agravada pela incidência crescente desta praga nas cidades brasileiras”, comenta o empresário.

O biólogo Randy Baldresca comenta que a implantação e o desenvolvimento pleno do projeto deverá provocar um forte estímulo para elevar o nível de profissionalização do setor. “A partir daí haverá a abertura de novos mercados de trabalho e oportunidades de formação de especialistas em pragas urbanas para um grande número de estudantes em áreas afins”, acredita.

Educação ambiental
Baldresca explica que o projeto será integrado à comunidade urbana ao longo de toda a sua implementação. Pela transmissão do conhecimento criado, pela participação das pessoas individualmente – organizadas em instituições – ou por meio dos servidores públicos, cujas atividades estejam de alguma forma envolvidas com o problema.

Em decorrência do grau de interesse coletivo despertado pelo projeto, poderão ser estabelecidos cursos de educação ambiental sobre pragas urbanas, a partir dos cupins, para a população. Neste caso, a empresa pretende contar com o poder público e instituições locais para obter a infra-estrutura necessária a este fim.

Cupins
Randy conta que o problema de cupim em São Paulo é histórico e ecológico. A situação se agravou a partir da década de 1960, com o aumento da população urbana e da degradação das matas. As grandes residências foram destruídas e cidade se verticalizou. Neste mesmo período houve um aumento da incidência do cupim subterrâneo (Coptotermes havilandi). Uma espécie com grande potencial de irradiação e destrutividade. “O Coptotermes havilandi é um cupim de origem asiática, que chegou ao Brasil em meados de 1905, pelo Porto de Santos, em carregamentos de madeira”, afirma.

As colônias do Coptotermes havilandi podem conter milhões de indivíduos. Eles utilizam as próprias fezes para a formação do ninho e de túneis para se deslocarem. Os ninhos podem ser subterrâneos ou construídos em locais de difícil acesso como espaços estruturais, porões, caixas de eletricidade e paredes duplas. Estão sempre em busca de alimento. O forrageamento é feito em várias direções e de forma contínua. Mesmo após ter encontrado uma fonte abundante de alimento, continuará a procurar por outras.


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